artista multimídia

Artista trans além do binário, afroindígena, Copioba constrói sua trajetória a partir da invenção de possibilidades. Atriz, roteirista, colagista, montador, editor e produtor, desenvolve uma prática multifacetada. Sua criação envolve um imaginário profundamente atravessado pela cultura de muitos universos e referências.
Estudou performance, audiovisual e teatro. Iniciou sua trajetória artística em 2011, atuando e produzindo espetáculos teatrais. Integrou a equipe da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (Secult-BA), participando dos processos de seleção e acompanhamento de propostas nos editais, desde as inscrições até a prestação de contas. Trabalhou no Programa Corra pro Abraço, projeto voltado à educação, atuou como educomunicador, e curador mostras expositivas vinculadas ao programa.

Bio
Desde 2018, desenvolve pesquisa em colagem digital, explorando o afroindigenafuturismo e a representação de corpos dissidentes em contextos fantásticos. Foi selecionado para integrar a publicação chinesa Sandu Publishing — Art in Africa: Afrofuturism in Modern Collage Art and Illustration. Também participou das exposições Ações Inscritas, Histórias Reescritas (Diáspora Galeria) e Transjardinajem (Museu Muthá).
Cofundou a Disgrama Filmes, produtora audiovisual independente com a qual participou de festivais e conquistou premio e reconhecimento, como o prêmio de Melhor Ator no Festival CinePE.
Copioba também lançou de forma também independente a Copioba Filmes e vem se debruçando em produções alinhadas à sua linha de pesquisa, como o filme mais recente, Revinda, que traz protagonismo travesti à tela e reafirma sua prática como gesto político e estético.
